Quais são os melhores países para empreender

Abrir um negócio próprio e obter sucesso com ele é algo que depende diretamente do seu esforço, mas também das condições do local onde ele será aberto. A Universidade da Pensilvânia publicou uma lista com os melhores países para empreender. Investir em alguns deles pode ser a saída que você precisava para se arriscar no universo do empreendedorismo.

A lista dos melhores países para empreender

A pesquisa da Universidade da Pensilvânia foi feita através da Wharton School, a escola superior de Administração da entidade, e contou com o apoio da BAV Consulting, empresa de consultoria estratégica global. Ao todo, foram ouvidas 16 mil pessoas, cujas opiniões ajudaram a definir quais são os melhores países para empreender atualmente.

No topo da lista está a Alemanha. Com nota 10 na classificação geral, o país europeu é uma boa opção para você que vê na burocracia brasileira uma dificuldade para fazer o seu empreendimento funcionar. Os entrevistados apontam que a infraestrutura e a segurança jurídica são os pontos fortes, além da população educada, da oferta de mão de obra especializa e da forte conexão com o resto do mundo.

O Japão é o segundo entre os melhores países para empreender, e é uma excelente opção para quem quer investir em tecnologia, já que, na categoria inovação e especialização tecnológica, levou nota 10 na análise dos entrevistados. A boa infraestrutura, população educada e grande oferta de mão de obra especializada também tiveram boa pontuação no país.

Alemanha, em especial a capital Berlim, é o melhor país para empreender no mundo.

Na sequência, estão os Estados Unidos. Com média 9,6, os norte-americanos não são a população mais educada de todas, mas oferecem ambiente altamente empreendedor, forte conexão com o restante do mundo, boa infraestrutura e acesso facilitado ao capital. Além disso, a especialização tecnológica e a segurança jurídica são pontos fortes dos EUA.

Ainda completam as 5 primeiras posições Inglaterra e Canadá, com 8,6 e 8,5, respectivamente. Em terras inglesas, a dica é apostar nos negócios tradicionais, pois a inovação não está em alta. Em compensação, segurança jurídica, conexão global, infraestrutura e educação da população são pontos fortes. Para os canadenses, as qualidades são as mesmas, mas com menos intensidade.

O Brasil ocupa a 29º posição da lista, com média geral de 1,4, muito abaixo dos primeiros colocados. Por aqui, a nota mais alta fica para a força de conexão com o mundo, de 5,4. Porém, a segurança jurídica recebeu média 0, infraestrutura, transparência, educação da população e especialização tecnológica não chegaram a 1.

 

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