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HISTÓRIAS DA MINHA FAMÍLIA
por meu irmão...
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"A casa dos quatro cantos"
A Biblioteca Municipal Macedo Soares
promoverá amanhã (27), às 19h, o lançamento do livro "A casa dos quatro cantos:
memórias que o tempo não apaga". O exemplar conta a história do imóvel, onde
funciona a biblioteca há um ano e que já abrigou famílias tradicionais de
Jacareí, como Porto e Mercadante.
O livro foi escrito por um dos descendentes dos primeiros moradores da casa, o
advogado José Alcides Porto Rossi, de 59 anos, que doará um volume à biblioteca,
para consulta de estudantes e pesquisadores.
Para a compilação dos dados, Rossi foi auxiliado por diversos parentes e
moradores da cidade. Entre eles, sua prima, a pedagoga Maria Lúcia Porto Scavone,
de 58 anos.
A "casa dos quatro cantos" -- que recebeu esse apelido por estar localizada em
uma das quatro esquinas entre as ruas Alfredos Schurig e Antonio Afonso -- foi
construída no final do século 19. Foi de lá que a família Porto viu a queima de
fogos em comemoração à passagem para o século 20.
"A casa representa a arquitetura de uma época [foi construída no final do século
19]. Sentimos que ao longo do tempo a história vai se perdendo, tivemos até
dificuldade de conseguir os dados", disse Maria Lúcia.
Segundo José Alcides, que mora em Campinas/SP, falar da casa é pretexto para contar
um pouco da história de Jacareí. Ele lembra que famílias como Porto, Martins,
Ribeiro, entre outras, vieram de Portugal e depois de passarem por algumas
cidades de São Paulo se instalaram em Jacareí. Fonte: http://www.jacarei.sp.gov.br/site_materia26outubro.htm
Genealogia da nossa Família
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ÁRVORE DE COSTADO DE LUDGERO NOGUEIRA PORTO f/3/1973João
do Prado f/1597............FilipaVicente f/1627 X - Avós de Ludgero Nogueira Porto De João do Prado e Filipa Vicente a Gustavo
e Ricardo Porto Rossi 13 gerações = 441
anos = 470 anos de História – até 2005
XIII – avós de Gustavo e Ricardo XIII – avós Henrique e Déborah JOÃO DO PRADO - É o tronco da numerosa descendência de seu apelido na Capitania de São Vicente e nas vizinhas. Veio para o Brasil com Martim Afonso de Sousa, e estabeleceu-se na vila de São Vicente, onde foi pessoa das mais importantes e teve sociedade no engenho de açúcar, dos primeiros que ali se construíram, à invocação de São Jorge. Natural de Olivença – Portugal. A partir de 1750 pertence à Espanha.
Serviu, segundo afirma Pedro Taques os cargos da Colônia Portuguesa naquela Vila pêlos anos de 1588 a 1592, quando se achava já bastante velho. Foi casado com D. Filipa Vicente, filha de Pedro Vicente e de Maria de Faria, que de Portugal tinham vindo na mesma ocasião. Passou João do Prado para São Paulo, onde foi juiz ordinário, falecendo em 1597 e sua mulher em 1627. Fonte: Cartório 1° de órfãos de São Paulo, inventário de Filipa Vicente. De seu casamento deixou os filhos seguintes: 1.D.
Isabel do Prado, casada com Pascoal Leite Furtado. 2.D.
Helena do Prado, casada com Pedro Leme.
3.
Domingos do Prado, faleceu solteiro.
4. João do Prado, casado com D. Maria da Silva de Sampaio, falecido em
1616
5.
D.Catarina do Prado, casada com João Gago da Cunha,ela falecida em 1649
6.
D. Filipa Vicente do Prado, casada primeiro com António Pereira de
Avelar, e
7.
D. Maria do Prado, casada com Miguei de Almeida Miranda
8.
Martim do Prado, casado primeiro com Paula de Fontes,depois com Antonia
de
Sobral.
9.
Pedro do Prado, casado com Antônia Leme. 10.
D. Ana Maria do Prado, faleceu solteira.
11.
D. Clara Idem.
A descendência de João do Prado, casado com D. Maria da Silva de Sampaio, falecido em 1616 deu origem aos Nogueira Porto de Jacareí descendentes de Fabiano Martins Alves Porto I –filho de Jacinto Nunes Porto e ... Nogueira Martins Alves Porto, casado com Ana Francisca Alves Porto. LUDGERIO NOGUEIRA PORTO Filiação
- Cel.
Fabiano Martins Alves Porto
II n/1834 f/1912 Jacareí – falecido de Infecção urinária Ursulina
Nogueira Porto n/ 1854 f/1924 Jacareí – Diabetis descende
Ludgerio(Lude) Nogueira Porto casado aos 12/08/1920 com Alice de
Carvalho Lamanères Porto em Campinas SP, conheceram-se na cidade de
Cravinhos (Rib Preto/SP, quando Ludgero foi ser administrador da
fazenda de seu cunhado Francisco Leitão, no período em que este foi
para a Europa tratar-se de TB.(2 a) Descendência
- Maria
de Lourdes Porto – n/25/09/1921 com descendência
Thais Lamanères Porto –
n/19/11/1922 f/
28/05/1998 ,
casada com Alcides Rossi em 01/09/1945 na cidade de
Campinas/SP com descendência. Netos
- José
Alcides Porto Rossi 08/10/1946
Maria Alice
Porto Rossi 08/01/1958
Gustavo
e
Ricardo
Henrique
e Deborah OBS – FABIANO MARTINS ALVES PORTO I pai de Cel. FABIANO MARTINS ALVES PORTO II ERA NETO DE JACINTHO NUNES PORTO E ........ NOGUEIRA MARTINS ALVES PORTO eram primos – Sua mulher – ANA FRANCISCA ALVES –descendente direta de João do Prado e Filipa Vicente – era filha de Alferes José Joaquim Nogueira n/ Baependy MG, f/ 1852 em Jacareí – e de Ana Francisca Alves – de descendência direta de João do Prado/Filipa Vicente – pelo título ALVES - e por João do Prado/Maria da Silva S. Paio(Sampaio) filho de João do Prado/Filipa Vicente FILHOS
DE FABIANO MARTINS ALVES PORTO II Casado
em 1as. Núpcias com Carolina
dos Santos, Casado em
2as. Núpcias com Ursulina Nogueira
Porto(primos)Obs. Fabiano II são
pelo título ALVES descendentes, de João do Prado e Filipa Vicente Primeiro
Leito – Maria Custódia
Segundo Leito – Veridiana
Carlos (sinhô) Ana Carolina Terezinha Marieta
Rodolfo
Eponina
Alencar
Elvira
Isolete
Ludgero
João
Risoleta
Francisco Oliveira Porto
Edgar Irmãos
de
Fabiano Alves Porto II – tios de Ludgero Filhos
de Fabiano Martins Alves Porto I c/ Ana Francisca Alves Maria
– Deolinda – Ana Leopoldina – Olímpia – José Cândido Fabiano
II – Francisco
Nogueira Alves Porto – Major Hipólito Nogueira Alves Porto – Arthur Nogueira Alves Porto
INÍCIO DE SÃO VICENTE NA QUALIDADE DE VILA POLÍTICA E JURIDICAMENTE ORGANIZADA – 1531 MARTIN AFONSO DE SOUZA DE ONDE SE INICIA A DESCENDÊNCIA DE JOÃO DO PRADO E FILIPA VICENTE, - ATRAVÉS DE SEU FILHO JOÃO DE PRADO/MARIA DA SILVA DE S. PAIO(SAMPAIO, NOME ORIGINAL SÃO PELÁGIO- Espanha).
Os dados complementares, foram obtidos,
através de Corália Vergueiro Porto – casada com descendente
de Fabiano Martins Alves Porto Terceiro – Juiz de Pinhal primo irmão
de Ludgero Nogueira Porto
JOÃO
DO PRADO –
Nobre português , originário de Olivença – Alentejo – Portugal
– (hoje pertence a Espanha) – chegado ao Brasil em 1531 com Martim
Afonso de Souza em S. Vicente.
Casado
com
Filipa
Vicente (em S. Vicente)
filha de Pedro Vicente e Maria de Faria
naturais de Portugal , o casal em 1554 sócios do primeiro engenho
de açucar – S. Jorge dos Erasmos O nome Nogueira: O nome Nogueira entrou no Brasil vindo de Portugal através de Miguel Fernandes Nogueira falecido em 1.664 era casado com Joana Colaço de cuja descendência o filho Greraldo Fernandes Nogueira, casou-se em segundas núpcias com Domingas de Lima do Prado, falecida em 1793 e era filha de Domingos Dias Leme e Maria de Lima do Prado trisneta de João do Prado e Filipa Vicente Maria de Lima do Prado casada com Domingos Dias Leme era filha de Domingos de Lima do Prado – f/ Mogy das Cruzes em 1688- era neto de Antonio de Lima – natural de Ponce de Lima – casado em 1632 com Joana do Prado esta neta de João do Prado e Maria da Silva de S. Paio (Sampaio) aquele filho de João do Prado e Filipa Vicente de cuja descendência se escreve.
Domingas
de Lima do Prado
casada com Geraldo Fernandes Nogueira geraram Miguel Fernandes Nogueira
casado com Maria Fragoso de Moraes que geraram
Francisco Fernandes Nogueira casado com Clara Francisca
do Amor Divino (f/1806), que geraram o Alferes José Joaquim Nogueira
– natural de Baependy – casado com Catarina Maria, que geraram Ana
Francisca Alves casada com Fabiano Martins Alves Porto I, que geraram Fabiano
Martins Alves PortoII casado com Ursulina Nogueira, que geraram Ludgero
Nogueira Porto casado com Alice de Carvalho Lamanéres Porto, que geraram
Thais Lamaneres Porto Rossi, casada com Alcides Rossi, que geraram Jose
Alcides Porto Rossi (Maria Alice Porto Rossi), casado com Maria Salete
Coelho Aprile Rossi, que
geraram Gustavo e Ricardo Aprile Porto
Rossi, sendo os dois últimos e seus primos Henrique e Déborah descendentes
direto de João do Prado e Filipa
Vicente lá em 1531.
O título Leme, incorporado pelo casamento a Leme do Prado é originário
de Bandeirantes Paulistas da família de Fernão Dias Paes Leme.
Os
nomes Nogueira,
Martins Alves, Porto,OLIVEIRA, são parentes que se casaram
entre si, basta ver que Jacintho Nunes Porto casou-se com .......Nogueira
Martins Alves Porto cujo Título Nogueira vem de Baependy MG na época,
região aurífera, que com o esgotamento do metal dispersaram para o Vale
do Paraíba, em Jacareí, Mogi das Cruzes. Muitos tios e irmãos de Ludgero
foram para Itápolis, São Paulo, Araraquara, Cerqueira Cézar, Paraibuna,
Jambeiro, Campinas, Santo André , Atibaia, Norte e Nordeste.
A saga dos descendentes de João do Prado teve como palco inicial S. Vicente,
Baependy, Mogy das Cruzes. A vida rural em Jacareí predominou para Fabiano
Martins Alves Porto II, foi fazendeiro de café na época áurea do Vale
do Paraíba, seus filhos estudaram no Colégio S. Luiz em Itu. Os irmãos
de Ludgero Nogueira Porto eram advogados e juízes em S. Paulo, quando
ele nasceu, sendo alfabetizado por sua irmã Terezinha nos livros de direito
dos irmãos mais velhos. Ludgero, após a morte do pai – Fabiano
Martins Alves Porto II – não mais voltou para o colégio S.
Luiz em Itú , foi trabalhar com o cunhado em Cravinhos, em sua fazenda
de Café, ficando lá dos 18 aos 28 anos quando se casou com Alice
de Carvalho Lamanères
Porto. Trabalhou em Campinas,
no Colégio Ateneu Paulista, Sindicato dos Professores Secundários de
São Paulo - Campinas – Secretário – e foi funcionário da Cia Mogyana
de Estrada de Ferro quando se aposentou em 1956 após 35 anos de trabalho.
Intersecção
do nome Carvalho – Moraes – Lamanères na linhagem direta, pelo casamento
de Ludgerio e Alice , bisavós de Gustavo, Ricardo, Henrique, e Deborah
Alice
de Carvalho Lamanères Porto – nasceu
aos 26 de maio de 1.897, na fazenda S. Martinho, hoje conhecida como Granja
Eldorado, no município de Valinhos à época pertencia a Itatiba. Filha
de Octaviano Augusto Lamaneres f/ aos 07/07/1902 aos 30 anos de idade
e Clotilde de Carvalho Lamaneres (em solteira – Moraes Carvalho),
nascida em 05/10/1874 na fazenda Nova Venezia – Itatiba - falecida
em Campinas em 1962. Alice Avós paternos: José Maria Lamanères e Gertrudes Deocleciana Lamanères;
Avós
maternos – Antonio Marques de Carvalho (Totó) e Maria Anacleta
de Maraes Carvalho. Todos fazendeiros em Valinhos/Itatiba – faz. S.
Martinho, Bom Jesus, Nova Venezia.
Octaviano
Augusto Lamanères
e Clotilde de Moraes Carvalho
(Lamanères), casaram-se em 29/03/1890 sendo padrinhos da noiva – Antonio
de Moraes Carvalho e sua esposa Fausta da Fonseca e do noivo Manuel Maria
Maria Lamaneres Irmãos de Alice: Gertrudes de Carvalho Lamanères n/ 07/02/1900 e falecida aos 1973 – Professora; Octaviano
de Carvalho Lamanères
n/ 31/07/1902 e falecido aos 12/07/1979 em Pouso Alegre MG – Padre.
Caracteristicas
– em 1909 na primeira grande crise do café, as fazendas de Clotilde
já viúva foram vendidas, ela e seus tres filhos vieram para Campinas,
com o resultado da venda , comprou tres casas na R. Augusto César hoje
Júlio de Mesquita. Foi inventariante dos bens deixados por Octaviano
Augusto Lamaneres, o irmão de Clotilde – Augusto de Moraes Carvalho
– que segundo se apurou andou dando golpes, inclusive na irmã, ficando
muito rico – não de forma totalmente lícita.
Lamanères
– nome inventado pelo avo de Alice de Carvalho Lamanères – José
Maria Lamanères,
que na origem era Souza Aranha de Campinas, pelo fato de haver contraído
muitas dívidas, agiu desta forma para fugir dos credores. Inspirou-se
no escritor francês em voga na época – Século 19 Segunda metade-
Lamanèrs Revolução de 1932 Alice de Carvalho Lamanères Porto e seu Irmão Pe. Octaviano de Carvalho Lamanères foram ativos participantes da revolução, ela em Campinas, recepcionando e costurando os Soldados Paulistas na estação da de trens da Paulista, ele em Pouso Alegre na companhia do Bispo D. Octavio Miranda participou e assistiu a vários combates entre paulistas e as tropas federais comandadas pelo Gal. Góes Monteiro no combate do Túnel em Itajubá – MG.
A
Saga,
a natureza desbravadora e o gosto pela aventura sempre foi um marco na
vida dos Nogueira Porto, cuja herança se reporta a 1531, sendo que até
hoje encontra – se em seus
descendentes, o mesmo espírito, através da incorporação do sangue
dos bandeirantes pelo Título Leme, do sangue indígena pelo maioral do
Ururai ( rio de S. Vicente, próximo a tribo) o Piquerobi ( tribo de S.
Vicente – Grupo Tamoio)e também pela incorporação de descendente
de D. Fruela rei visigótico de Leon e Astúrias na Espanha.
O
Nome Rossi – se deu pelo casamento de Thais, filha de Ludgero e
Alice com Alcides Rossi, filho de Attílio Rossi e Placidina Degaspari
Rossi, cuja origem Européia é assim destacada:
Attílio Rossi, nascido
em 1896 em Souzas e falecido em 1978. Filho de Angelo Rossi e Generosa
Azzoni nascidos ambos na Itália na cidade de Gonzaga Comuni de Mantova,
vieram para o Brasil, solteiros em 13/09/1888 no navio Napole,
ela em 21/09/1888, no navio Poitu, residiram em Souzas. São descendentes
direto dos Godos e Visigodos reportando-se ao ano 450 DC. O nome Rossi
significa Vermelho, em face a cor do cabelo. Na origem não são italianos
e sim povos denominados bárbaros pelos Romanos – Germanos – Alamanos
– Godos – Ostrogodos – hoje Alemanha/Áustria/Dinamarca.
O
Nome Degaspari
– Placidina Degaspari, casada com Atíllio Rossi bisavós de Gustavo
e Ricardo pelo lado paterno (Alcides Rossi), é filha de Giovani Baptista
Degaspari e Rosa Degaspari, ela de rica linhagem na Itália que ao se
casar com Giovani Baptista Degaspari, foi deserdada pelo pai, rico proprietário
de terras no Tirol, na cidade de Trento à época pertencente a Austria.
O nome Degaspari é da Rosa, Giovani como servo da gleba adotou este nome.
Rosa era prima irmã de Alcide Degaspari primeiro ministro da Itália
depois da Guerra suscedendo ao General Badoglio, que depos o Rei Vittório
Emanuelle II neto do rei Umbertoda Primo familia SAVOYA – Obs. O nome
Alcides entrou na família em homenagem a Alcide Degaspari primo irmão
da trisavó de Gustavo; Ricardo; Henrique e Deborah. Assim se encontraram na América do Sul ascedentes europeus que da , Itália e Austria deram sequência a descendência de João do Prado e Filipa Vicente através de Ludgerio Nogueira Porto e seus descendentes. Com todos
os percalços os descendentes de João do Prado e Filipa Vicente
A
história continua......... Autor: José Alcides Porto Rossi , descendente pela linha masculina e feminina de seus bisavos Fabiano Martins Alves Porto e Ursulina Nogueira, de João do Prado e Filipa Vicente 1531 a 2002 no ano 471 da história desta família – Campinas 19/09/2005. FAMÍLIA ROSSI: ALCIDES ROSSI - Meu pai nasceu em 1918 na divisa de Valinhos e Campinas, está 92 anos e é uma pessoa querida e que teve muito sucesso na vida. Anda todos os dias em suas voltas pelo centro de Capinas - SP, cidade que muito ama e que viu se desenvolver. Começou a trabalhar aos 6 anos ajudando o pai, Atílio Rossi ( mãe Placidina Degaspari Rossi - Azoni) Selaria que por mais de 60 anos funcionou na esquina da Rua Dr. Campos Sales com Rua Álvares Machado nº 970, em Campinas - SP. Comerciante conhecido na cidade, com muitas amizades. Formou-se em economia na 1ª turma da PUC de Campinas e Tem lá sua foto de bigodinho no enorme quadro de madeira que até onde sei, estava no prédio central da PUCCAMP, foi aluno de Dom Agnelo Rossi, por quem nutria e recebia grande afeto, suas famílias de imigrantes viveram próximas nas fazendas na região de Joaquim Egídio. Em 1945 meu pai se casou com minha mãe Thaïs Lamanères Porto Rossi e viveram casados até 1998 quando ela faleceu. Meu pai faleceu em 25/01/2011 em Campinas/SP.
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